domingo, 22 de setembro de 2013

      







 A Segunda Vinda De Cristo

Se de fato é justo diante de Deus que dê em paga
tribulação aos que vos atribulam, e a vós, que sois
atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o
Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como
labareda de fogo, tomando vingança dos que não
conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho
de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, por castigo,
padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a
glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos
seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em
todos os que crêem (porquanto o nosso testemunho foi
crido entre vós). (2 Tessalonicenses 1:6-10)
Nosso Senhor surgirá do céu. Esse é um dos principais
artigos da nossa fé. Sua vinda é certa. Portanto, devemos
esperar essa vinda enquanto esperamos nossa redenção e
salvação. Não devemos duvidar disso. Porque duvidar
seria rejeitar tudo aquilo que nosso Senhor Jesus fez e
sofreu. Por que Ele veio a este mundo? Por que se vestiu
de carne humana? Por que foi exposto à morte? Por que
foi levantado da morte e levado ao Céu? A vinda de
nosso Senhor selará e ratificará tudo o que Ele fez e
sofreu pela nossa salvação. E isso deveria ser suficiente
para resistir a todas as tentações deste mundo.
Mas, devido à nossa fragilidade, o Apóstolo Paulo utiliza
outro argumento para nos confirmar essa esperança, à
qual nos exorta por meio de sua epístola aos
tessalonicenses. Deus não permitirá que aqueles que
rejeitam o evangelho O desprezem, sem levar em
consideração Sua majestade celestial. Ele não está
disposto a permitir que Suas criaturas se levantem contra
Ele. Por isso deveríamos estar plenamente firmados na
esperança da nossa salvação, já que Deus está interessado
pessoalmente nela.
Ainda que Deus nos assegure amplamente seu interesse
em nossa salvação, nossa natureza está de tal modo cheia
de desconfiança que muitas vezes duvidamos. Mas
quando somos confrontados com o ensino de que Deus
manterá Seu direito e não permitirá que Sua majestade
seja pisoteada pelos homens, isso deveria dar-nos
segurança. Deus nos concede essa graça de unir Sua
glória com a nossa salvação, de modo que existe uma
união inseparável entre ambas. Posto que Deus não pode
deixar de defender Sua majestade contra o orgulho e a
rebelião dos homens, não será infalivelmente certo que
nosso Senhor Jesus voltará para dar-nos libertação e
repouso? Portanto, percebemos que Jesus Cristo não
pode enfatizar a glória de Seu Pai se não declarar-se a Si
mesmo como nosso Redentor. Essas coisas não podem
ser separadas. Vemos o infinito amor de Deus.

















sábado, 21 de setembro de 2013

Modas
ola boa  tarte .
ontem foi a festividade do circulo de oração da minha igreja assembleia de perus foi uma bença. que Deus maravilhoso aprecensa dele e muito real inesplicavel.